
A
vida... Esse emaranhado de decisões estúpidas, ora acertadas, ora
terríveis e desafiadoramente frustrantes. Não há como explicar como esse
grande circo das infinitas repetições podem nos limitar a um pequeno e
contínuo número de ações que nos faz ter a sensação de constantes
déjàvus.
Hoje sou a
completude de desejo que perpassam pelo meu Eu esburacado, e não sei o
que é mais faltoso, se sou eu ou meus desejos (?). Um completo vazio que
tenta comprovar sua existência com subjetividades desejantes, para se
surpreender com uma falta já pressentida.
Nessa
luta, onde um inóspito morador do corpo mutilado e castrado é o grande
vencedor, e o prêmio é surpreendentemente um nome que é capaz de ordenar
o inordenável... Pelo menos temporariamente.
E a vida... (?) Continua sendo mera especulação.
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