A realidade pode ser bem diferente daquilo que pensamos, depende somente de nós…

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Quando realmente se pode chamar de bullying?


bullying
Ontem estive falando com a gabi que estava na assembléia legislativa de Santa Catarina assistindo uma palestra sobre o enfrentamento do Bullying, e achei muito interessante, principalmente pela confusão que muitos fazem achando que tudo é bullying. Por isso resolvi criar um post falando sobre esse assunto, e começo listando algumas curiosidades apontadas pela palestrante Cléo Fante, que é pesquisadora e escritoras de diversos livros sobre o assunto:
Quando pode ser considerado Bullying:
1- Quando se tem a intencionalidade de causar danos, morais, psicológicos ou físicos;
2- Quando se tem a persistência e continuidade das agressões ao mesmo alvo;
3- Ausência de motivos que justifiquem os ataques;
4- Bullying não é uma ação pontual, são ações continuadas;
5- É principalmente uma violência simbólica, mas que causa os mesmos ou mais prejuízos para o indivíduo quanto uma violência física;
6- Bullying é um conceito que se aplica apenas a crianças e adolescentes, no caso de adultos não é bullying, mas assédio moral.
Dentre o exposto, ao contrário da maioria dos meus colegas que afirma que sofreram bullying na infância, eu posso afirmar que não sofri, além disto o que mais me chamou a atenção é saber que o termo bullying não se aplica a adultos, pois o que mais ouço são adultos (principalmente homossexuais) falando que estão sofrendo de bullying no trabalho ou em qualquer outro lugar, e isso segundo a autora seria assédio moral.
Outro ponto discutido estava ligado com os programas humorísticos que são potencializadores de diversos preconceitos que aumentam tanto o assédio moral quanto o bullying, e nesse sentido devemos ressaltar a diferença entre o bom humor e a ofensa. Eu mesmo dou muita rizada com piadas sobre homossexuais, até por que eu dou rizada de piada de loiras, de gaúchos, então não tem por que eu rir dos outros e me ofender com piadas sobre a minha condição. Não gosto muito dessa onda do politicamente correto, mas tudo tem um limite e o humor não pode ser grosseiro e ofensivo.

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