
Sentir.
Sentir não é entender. Não é compreender.
E está muito longe de ser identificar, prontificar.
Não é separar, amansar. descrever.
É tudo junto, tudo emaranhado, marcada em linhas curvas, é tudo o que o homem não consegue rotular.
É uma indiscritivel presença da ausência do eu poético, é como tentar colocar em palavras a brisa leve do mar, é o balançar fluido de folhas ao vento.
É tudo o que causa descontentamento...
Com um leve sorrir.
Sentir.
São duas badaladas de um sino surdo.
Um oco preenchido pelo vazio do contraditório.
É o reverso em meio à confusão, é o calar da noite.
São duas badaladas de um sino surdo.
Um oco preenchido pelo vazio do contraditório.
É o reverso em meio à confusão, é o calar da noite.
Sentir.
São notas frias, um arrepio perturbador
que acalenta os doces sonhos de um se
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