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Amazonino Mendes e o "Minha filha, então morra, morra

Na noite de sábado (19) para domingo, uma chuva torrencial caiu sobre a cidade de Manaus, nessa madrugada, na comunidade Santa Marta, na Zona Norte da cidade, três pessoas morreram soterradas causada por um desbarrancamento (deslizamento de grande porção de terra de um barranco). O barraco que a família morava foi construído numa área de risco e foi totalmente soterrado.
Dois dias depois do fato, o Prefeito de Manaus Amazonino Mendes resolveu visitar a área para avaliar os estragos, porém, não imaginava ser cobrado públicamente por moradores, num diálogo tosco, a moradora dizia que “estava ali por não ter condição de ter uma moradia digna”, foi quando o prefeito disse a seguinte pérola “minha filha, então morra, morra”, para completar, o prefeito ainda deu demonstração de preconceito contra nossos irmãos paraenses ao perguntar de onde a moradora era, que respondeu ser do Pará, no que então disse, “então pronto, tá explicado”.
A declaração infeliz, mal educada e carregada de preconceito do prefeito repercutiu na sociedade manauara e caiu nas redes sociais atingindo repercussão mundial no twitter e facebook.
A morte de pessoas que estavam em areas de risco teria sido evitada se o Estado cumprisse seu papel, retirando as pessoas dessas áreas e fiscalizando para que os mesmo não voltassem as ocupações irregulares.
Compete ao Poder Público promover a retirada de ocupantes de áreas de risco, mas, autoridades preferem ignorar e deixam de fazer seu dever de casa, depois do fato (deslizamento e morte) querem aparecer como salvadores da pátria, desses pobres necessitados, e fazem as mais estapafúrdias promessas, como a tal de dar terreno, telha e madeira.
Das autoridades públicas é esperado um comportamento adequado a liturgia que o cargo exige, exemplo do destempero deste caso, prova que o governante não está preparado para lidar com cobranças e críticas.
Enquanto isso,
As 38 áreas de risco mapeadas pelo estado permanecem com moradores nos locais expostos a novos deslizamentos...
A cidade continua sem um plano de contingencia para coibir ocupações junto as margens do igarapés que cortam a cidade...
Prefeitura não tem nenhuma estratégia para evitar invasões que se proliferam na cidade...
Urge que o Ministério Público junto com a Vara Especializada em Meio Ambiente e questões agrárias imponha uma conduta de prevenção para que o municipio retire todas as famílias que se encontram em áreas de risco...
Vamos torcer para que não tenhamos que perder mais vidas por conta da leniência do Poder Público em conter essas ocupações irregulares.
#FORAAMAZONINO
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