1.
Fique longe do álcool
O
consumo de bebidas alcoólicas durante a gestação pode ter efeitos bastante
nocivos para a criança, incluindo retardo mental, dificuldades de aprendizagem,
defeitos na face e problemas de desenvolvimento. Isso acontece porque a
substância chega ao feto na mesma concentração presente no sangue da mãe, só que
o organismo do pequeno demora mais para eliminá-la. Dessa forma, ela continua
presente no líquido amniótico, afetando diretamente o desenvolvimento
celular.
Como
não se sabe ao certo qual é a dose segura de consumo de álcool, para que nada
prejudique o feto é melhor evitar ao máximo esse tipo de bebida. A mesma
recomendação vale para o cigarro e os medicamentos em geral.
2.
Mantenha uma dieta equilibrada e nutritiva
Lembre-se
de incluir nutrientes variados no cardápio e seguir uma alimentação rica em
frutas e fibras. Por outro lado, fique cada vez mais longe das fontes de gordura
saturada e de colesterol. Evite carnes gordas, pele de frango e molhos à base de
creme de leite.
3.
Faça exercícios
A
medicina já comprovou: a atividade física ao longo da gestação beneficia o bebê
e favorece o trabalho de parto por fortalecer a musculatura do assoalho pélvico,
entre outras vantagens. Sem falar que ajuda o corpo da mãe a voltar à forma mais
rápido depois do nascimento do bebê. Mas atenção: a autorização e o
acompanhamento do médico são imprescindíveis. É importante saber qual tipo de
exercício é mais recomendado para cada período da gravidez, por exemplo.
4.
Não se esqueça da vitamina B12
Presente
em laticínios, carnes magras, ovos e cereais, esse nutriente é responsável pelo
desenvolvimento do sistema nervoso e dos glóbulos vermelhos do pequeno. Um
estudo recente do próprio Instituto Nacional de Saúde, nos Estados Unidos,
constatou ainda que a substância pode evitar problemas na formação do feto.
Pergunte a seu médico se a dosagem da vitamina está garantida na sua dieta. Em
geral, os suplementos nutricionais indicados para as gestantes costumam trazê-la
associada ao ácido fólico.
5.
Certifique-se de que a vacinação está em dia
Doenças
como o sarampo podem adiantar a chegada da cegonha, além de colocar a saúde do
bebê em risco. Para evitar o problema, o melhor é garantir a imunização antes
mesmo de engravidar. Aliás, a vacina antissarampo nem é recomendada durante a
gestação. Já a antitetânica e a contra a difteria, por exemplo, pedem reforço
justamente nesse período. Consulte o médico para não ter dúvidas.
6.
Avise o médico logo que souber da gravidez
O.k.,
essa dica é quase óbvia, mas ainda assim vale correr o risco e repetir. Há
mulheres que deixam para procurar um obstetra quando a gravidez já está em
andamento. Na verdade, deveriam tomar esse tipo de atitude logo ao saber da
gestação. Quanto mais cedo o pré-natal for iniciado, melhor para a mãe e para o
desenvolvimento do feto. Com o acompanhamento do especialista, doenças,
infecções e outras disfunções serão tratadas precocemente. Um exemplo clássico é
a aids: o diagnóstico no início da gestação pode evitar a transmissão do vírus
HIV para o bebê.
7.
Revele ao obstetra o seu histórico de saúde
É
ele quem cuidará da sua saúde nos próximos meses – e isso inclui a do seu bebê.
Nada mais justo, então, do que informá-lo detalhadamente sobre as doenças e
reações alérgicas que você teve no passado, assim como o histórico de males da
sua família e da de seu marido. De diabete a pressão alta, de obesidade a
talassemia, tudo deve vir à tona nesse levantamento.
8.
Tome ácido fólico
Essa
vitamina é essencial para proteger o bebê de malformações e danos no sistema
nervoso. Uma pesquisa recente da Universidade do Texas, nos Estados Unidos,
provou ainda a sua eficiência contra o parto prematuro. A recomendação é que se
consuma a substância até mesmo antes da gravidez. Durante o primeiro trimestre,
aumente a dose para 400 microgramas diários – o que dificilmente se consegue por
meio apenas da alimentação. Daí porque em muitos casos a ingestão de suplemento
vitamínico seja indispensável.
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