Aldeia global
No meio das tabas há menos verdores,
Não há gentes brabas nem campos de flores.
No meio das tabas cercadas de insetos,
Pensando nas babas dos analfabetos,
Vou chamando as tribos dos sertões gerais,
Passando recibos nos vãos de Goiás.
Venham os xerentes, craôs e crixás,
Bororos doentes e xicriabás.
E os apinajés, os carajás roídos,
E os tapirapés e os inás perdidos.
(Gilberto Mendonça Teles)
Esse maravilhoso poema nao é de minha autoria, mas eu fiz questão de postar no blog porque achei de um lirismo belíssimo, um sentimento fantástico e pra mim nao é apenas um poema que fala das condições atuais do planeta, da diferença entre as pessoas e da sociedade capitalista e egoísta. Vale a pena refletir a respeito. Leiam. Mas, não apenas leiam, leiam!
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