A realidade pode ser bem diferente daquilo que pensamos, depende somente de nós…

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Creio q esse ano Deus irá fazer grandes Obras em Minha vida e na vida de muitos ...

Minha Nova Fase :)

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A espera da minha princesinha Aysha Yasmim <3

domingo, 30 de janeiro de 2011

É tempo de Renascer



Nunca fui de escrever sobre religião, mas sempre pensei e me questionei a respeito. Sempre observei a posição das pessoas sendo cristãs ou não. Em uma casa que os pais sigam uma religião, é natural que os filhos sejam influenciados a também participar. Depois de certo tempo há quem pare, há quem siga, há quem siga e nem sabe porque segue.


Para as pessoas chega um ponto em que elas se acham as donas da verdade, as questionadoras do mundo, e não questionam sobre sua seita (me refiro a quem segue alguma vertente); como se por moda ou status, vão a uma igreja, se dizem membros e com a bíblia debaixo do braço, estão crentes que estão salvos.

É certo que a igreja da qual faço parte, foi influência da minha mãe, mas nem por isso deixei de procura entendê-la. Digo também que o fundador da mesma não foi Jesus, mas os ensinamentos não vão contra o Messias, pelo contrário, reforçam e pregam os mesmos mandamentos mencionados no passado.

A Igreja Católica foi a pioneira, vinda direto do filho de Deus, e se ele foi perfeito os mandamentos, o seu pai é perfeito, os mandamentos dEste não poderiam ser diferentes. É claro que a Instituição Igreja, os fiéis seguidores possuem defeitos absurdamente questionáveis, mas os mandamentos de Deus não. Então o que realmente me intriga são as contradições presentes na protestante. Uma igreja na qual priva o homem do livre arbítrio, busca pela salvação individual (o que em minha opinião é absurdo) e acha que o inferno são os outros, é no mínimo questionável.

A essência da protestante era a libertação. Numa época de descaso da Igreja Católica, autoritarismo e abuso de poder, surgiu o movimento protestante para propagar ensinamentos “certos”, dando liberdade de escolha aos fiéis, libertando-os da escravidão proposta pela Igreja Católica da época. Mas com o tempo o que temos é um livro com menos sete livros da Bíblia, dízimo exagerado, caça pelo seu pedacinho no céu, discriminação a diferentes... é, parece que com o tempo os papéis se inverteram. E ainda acham que tudo isso é normal, aceitam de forma passível sem qualquer tipo de contestação. Agora me pergunto: onde está o homem racional e contestador? Será que ele tem medo de Deus?

Não quero fazer propaganda de nenhuma igreja, tão pouco falar mal, e sim por em cheque o comportamento de quem a compõe: o homem. Um ser tão avançado, tão 3D e tão indiferente quando o assunto é Deus; tão presente quando o assunto é dinheiro e tão egoísta quando o assunto é irmão, afinal todos somos filhos de God, só não falamos a mesma língua.

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